Críticas

“A mais inventiva de sua geração.”
Diário da Tarde/BH

“Uma das performances musicais mais inusitadas, interessantes e inventivas que já passaram por aquele palco. Era o show de Badi Assad, retornando a Uberlândia depois de 25 anos.”
Carlos Guimarães Coelho, Correio de Uberlândia

‘Assad has the ability to expand on simple melodies to her advantage—she often uses the guitar as percussion, hitting against the pickup to create an extra beat that creates a backdrop to what she is doing with her left hand. She uses no effects of loops—her guitar is plugged into a direct box and nothing else, so it is pretty amazing to witness what she is able to do with no embellishments.’
by ERNEST BARTELDES, (Badi Assad At Iridium Jazz Club)

Perhaps the most outstanding of the selections from the new disc, however, was a pulsing rendition of Skrillex’s “Stranger.” Assad cleverly arranged the composition as a fast-paced, Brazilian dance piece, enhanced by some electronics-mimicking vocal effects.
Press Herald

“BADI ASSAD/Hatched: How many albums have you encountered in Salvation Army bargain bins in which a jazzbo tries to do the pop standards of the day and it comes out jive? There’s always a few artists that know how to find the meat at the core of things that shouldn’t appeal to their audience but they do due to the players skill. Assad’s new pop standards album brings Skrillex, Hozier, Lorde and more to her Brazilian acoustic guitar audience who will probably be none the wiser until they read the liner notes. An album you certainly won’t find in a Salvation Army bargain bin unless the album’s owner died and his kids just want to clear out the house ASAP, Assad uses her skills to open the ears delightfully. Check it out.”
midwestrecord.com

“Em cada canto da casa, mora uma música: sons da vassoura, da água escorrendo da torneira, da colher no prato. Agora, essas sonoridades habitam o primeiro disco infantil da cantora e violonista Badi Assad… Em ‘Logo de Manhã’, a mãe enfrenta o desafio de tirar a filha da cama, que parece que ‘tem cola’…
Gabriela Romeu para Folhinha de S. Paulo

“Desde brincadeiras musicais até quase histórias, em todos os casos com emoção, para crianças e adultos, ‘Cantos de Casa’ é um conjunto de 12 canções, crônica de um dia, desde o acordar até a hora de ir dormir”…
Walter Sebastião para Uai/BH

“Badi Assad e o multi-percussionista Marcos Suzano entraram logo em seguida e o público começou a se dar conta das surpresas da noite. Badi, que além de festejada violonista, é também cantora e compositora com carreira internacional consolidada em vinte anos de estrada, fez uma apresentação que incluiu temas escolhidos entre os seus onze discos lançados, e especialmente do último Amor e Outras Manias, além de covers de clássicos brasileiros e internacionais conhecidos. Para Badi, a voz não é só um elemento de canto, mas também e especialmente um elemento percussivo. E isso ela faz de maneira sui-generis, tirando sons inusitados, a ponto de parecer que três vozes estão presentes. Sempre com a ajuda da cozinha de Suzano, Badi surpreendeu com ‘Ponta de Areia’ (Milton Nascimento e Fernando Brant), ‘Sweet Dreams’ (Eurythimics), ‘Mulheres e Cunhatãs’ (Badi Assad) e ‘Banca do Distinto’ (Billy Branco). Ainda inovou apresentando algo que ela chamou de ‘pagoblues’ numa versão de ‘Vacilão’ de Zeca Pagodinho. No bis, fez sozinha diversos temas em improviso vocal, incluindo uma estonteante citação de ‘Asa Branca’, com sons tirados a partir de toques no pescoço. Badi é uma bela figura no palco e cativou a plateia com sua simpatia e genialidade.”
Antonio Rocha para Rolling Stones

“No campo ou na cidade, Badi faz sua veia autoral pulsar em Amor e outras manias crônicas com a personalidade já vista em outros álbuns. Músicas como Apimentados momentos e Catupiri têm d.n.a. único. Em bom português, Badi tem um jeito todo próprio de compor que faz toda a diferença. Neste disco produzido por Guilherme Kastrup e Márcio Arantes, a compositora se expõe de forma tão intensa – e às vezes confessional, como na balada Para chegar ao meu coração – que a violonista fica em segundo plano, embora o toque virtuoso do violão de Badi esteja bem perceptível na introdução de O barco aqui de dentro, por exemplo”
Mauro Ferreira – Blog Notas Musicais

“Badi Assad é simplesmente magnífica. No palco, é como um ímã. Botamos os olhos nela e não conseguimos mais tirá-los de lá, a não ser que ela mande. E ela pode mandar, porque transborda modéstia. Voz potente, doce quando ela quer, um silvo ou uma zoeira selvagem, tudo conforme ela deseja, muito dona de seus muitos timbres. E solta. Solta, completamente solta. Badi pode errar, esquecer a letra da música, e rir. E começar outra vez, modestamente, confirmando seu domínio sobre tudo e, claro, sobre nós. É uma libertação assisti-la”.
Milu Leite – Obvious

“Badi Assad tem a música impregnada do dedão do pé até as pontas de
suas longas madeixas.”
O Estado de São Paulo/SP

“Com estilo cult a cabeleira da Gal Costa de outros tempos, a cantora
paulista Badi Assad tem seu público nos Estados Unidos. no Japão, na
Europa. Andou liderando paradas de World Music e apresentou-se em
dezenas de países. Tudo isso graças à voz e aos dotes de cantora,
violonista e percussionista.”
Revista Veja São Paulo/SP

“É a maior violonista brasileira, uma das cantoras mais completas, uma
multiartista revolucionária.”
Luis Nassif/Folha de São Paulo/SP

“Quem ainda não tinha ouvido Badi, por exemplo, terá ficado de queixo
caído: uma odalisca pós-moderna, entoando multifônicos com delicadeza
e dedilhando lindamente o violão”.
Arthur Nestrovsky/Folha de São Paulo/SP

“This is the first all original album containing nothing but works written by and performed by her, in both English and Portuguese. Funk, Jazz, Pop, Indie, even some Cuban sounding elements. The fact that there is such a wide range found within every song gives the repeat listen aspects of the album some good weight.
SHAKEFIRE.com – AJ Garcia for Between Love and Luck

 

“Badi Assad redefines solo (guitar) performance! Revelatory, a brilliant display of innovation, imagination, and skill…almost hypnotically compelling!”

Los Angeles Times

“Assad’s propensity for Tori Amos – influenced vocals and word-beat
rhythms reflect the mix Brazilians of her generation are bringing to
their country’s music scene.”
Jazziz

“While receiving high accolades for her quick-fingered guitar work,
Brazil’s Badi Assad is equally dangerous behind the microphone.”
New Times

“The talent of Badi Assad seems to know no bounds. Whichever direction
she goes, she brings a trickster-like joyfulness that comes when
musical mastery is child’s play. Each wrinkle of musical personality
is simply another facet of her of her inner core. Indeed one imagines
that this woman not only dreams in color, but also with a Technicolor
soundtrack” – Tad Hendrickson
Amazon.com

“Guitar greatness must be genetic. Want a proof?
Check out Badi Assad, kid sister of Sergio and Odair Assad. This is
serious stuff, played with complete command and vibrating
musicianship. Add her stunning, vocals and mouth percussion, and the
result is musical magic.”
Acoustic Guitar