Badi e o Forró dos Coroné, no Bambu Brasil, Vila Madalena (SP)

Dia 26 Junho: Forró dos Coroné e Badi Assad!!!

Gabriel Levy, Carlinhos Antunes e eu!
Num passeio pela música regional do Brasil.

VENHAM!!!

No Forró do Bambu,

A mais nova tradição da cidade!

Após marcar a noite paulistana com concorridíssimas noitadas brasileiras,
o Bambu Brasil Bar, no coração da Vila Madalena,
reabre suas portas para o melhor da música dançante nacional.
Para isso trará um time estrelado de grandes artistas da música brasileira.

Todos os Domingos, 19hs! (A casa abre às 18hs)

Show começa às 19hs!!
Preço de entrada: R$20.

No Bambu Brasil Bar, Rua Purpurina 272
Vila Madalena – São Paulo – SP.

Faça sua reserva para não ficar de fora!

Telefone: (11)3031-2331 e +5511 985938777(+whatsapp)
Email: marcofilizola@gmail.com
Site da casa: http://www.bambubrasilbar.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/events/1640700282922922/

Curadoria e Produção: Geórgia Gugliotta (geogtta@yahoo.com)
Artes Gráficas: Fábio Yllen (fabioyllen@gmail.com)Badi_Assad

Gal Costa por Badi Assad

Mariah Costa Pena predestinou que sua filha seria musical. Quando o rebento ainda pulsava em seu ventre, ouvia música clássica ritualisticamente. A intenção era a de influenciar sua gestação e ver se essa magia pudesse acontecer… E aconteceu….. Maria da Graça nasceu.

Coincidentemente (ou não) sua filha, ainda menina, ficou amiga das irmãs Sandra e Dedé, que se tornariam esposas de? Gilberto Gil e Caetano Veloso. Pronto, o destino estava encaminhado.

No início da adolescência Maria foi seduzida por uma voz que contracantava as corpulentas que ouvia na rádio. João Gilberto chegava manso e intimista.

Aos 15 anos Maria da Graça cantava e se acompanhava ao violão pelas festas de Salvador, com a voz suavizada por João. Foi assim que ao lado dos novos amigos Gil, Caetano e Maria Bethânia, os futuros ‘Doces Bárbaros’, começou a visitar os palcos, lugar onde faria história.

Não muito tempo depois, essa voz Libriana (26/Set) estaria provando o primeiro de muitos equilíbrios de sua ‘Balança’: Aquela mulher de voz mansa se transformaria em leoa.

Com o Tropicalismo marcando época, nossa representante da Contracultura (movimento surgido nos Estados Unidos na década de 60, contestando o caráter social e cultural da época) tinha desabrochado. Já como Gal Costa, aquela nova mulher interpretava o que era ‘Divino e Maravilhoso’; Cantava e se comportava extrovertida e irreverentemente; Infiltrava na veia Brasileira uma nova corrente, musical e comportamental…

Leia o texto completo de Badi Assad no site da Top Magazine.

Zizi Possi por Badi Assad

Eu ainda era menina quando ouvi sua voz pela primeira vez. Isso pois ouvia Chico Buarque.. Eu já sabia das coisas….

Entrava então aquele cristal lapidado, brilhante, rasgando o ar e me fazendo entender uma dor inimaginável para uma criança com menos de dez anos de idade. ‘Pedaço de mim’ falava de uma fisgada em um membro perdido do corpo, falava do revés de um parto, de arrumar o quarto de um filho que já morreu. Ufa… Mas eu entendia, porque o sentimento colocado naquela voz, enquanto cantava, me infiltrava e eu chorava.

Zizi Possi nasceu no bairro do Brás, reduto da colônia italiana em São Paulo. Ela, de origem napolitana, foi muito ligada à música erudita quando criança, estudando canto e piano. Quando tinha 17 anos se mudou com o irmão, o incrível diretor teatral José Possi Neto, para a Bahia. Em Salvador estudou composição e regência na UFBA. Porém descobriu que não era neste curso que suas ambições artísticas reinavam o coração. Se inscreveu no curso de teatro. Pouco tempo depois o irmão fez as malas, quando recebera bolsa de trabalho para morar em Nova York. Zizi foi levá-lo ao aeroporto, despediu-se em lágrimas e disse: “Quando vi o avião sumindo no ar, entendi que minha vida estava, a partir daquele momento, por minha conta. Me deu uma solidão… Foi quando percebi que a Bahia já não fazia mais sentido para mim”.

Que bom que ela fez aquele curso de teatro, pois acredito ter sido fundamental para incorporar nela matéria-prima consciente e densa sobre interpretação. Zizi é, sem sombra de dúvidas, uma das melhores cantoras-intérpretes de toda a história da MPB… E a despedida do irmão com certeza lhe rendeu algum estofo para gravar ‘Pedaço de mim’…

Leia o texto completo de Badi Assad no site da Top Magazine.

Marlui Miranda por Badi Assad

A primeira vez que vi Marlui Miranda subir ao palco foi uma mistura de magia com nobreza e um pouco mais… Ela não estava sozinha, havia sua banda e o incrível grupo coral ‘O Beijo’, liderado por Tiago Pinheiro.

ba-marluimiranda

De antemão vale contar um pouco sobre eles: ‘O Beijo’ foi criado em 1987, no Coralusp e virou referência no universo vocal paulistano. Seus arranjos eram criativos, inovadores, divertidos, ora leves ora densos… Servindo-se perfeitos para a elasticidade emocional necessária para que ‘Ihu – Todos os Sons’ (CD de Marlui) subisse ao palco com investida comovência.

Marlui Miranda nasceu em Fortaleza. Sua mãe não estudara música mas tinha ouvidos harmoniosos, pois foi ela quem afinou o primeiro violão que entrou em sua casa, pelas mãos da pequena sonhadora Marlui, antes mesmo de completar seus 5 anos. Logo em seguida foram todos na bagagem do pai engenheiro, se aventurar pelas terras cariocas. Mas a trilha os levou para outro lugar: Brasília começava a se formar e foi para lá que foram e a pequena Marlui se enveredou. Apesar de nunca ter deixado a música de lado, foi estudar arquitetura. Porém aquele violão virou companheiro e através dele se apaixonou pela música instrumental e composição. Sua voz ainda era tímida, mas mesmo assim ganhou o 1º lugar como intérprete e compositora no Festival Estudantil da Universidade de Brasília.

Não teve jeito, com a música seu coração batia mais forte. Saiu da arquitetura e foi arquitetar outros planos, obviamente que envolviam música. Já no Rio de Janeiro conheceu Egberto Gismonti e foi com ele que, alguns anos mais tarde, viajou pelo país com seu grupo Academia de Danças. Lá Marlui tocava violão (que estudou com mestres como Turíbio Santos e Jodacil Damasceno), cavaquinho, percussão e cantava.

Sua voz é grave, profunda, larga. Como se fosse um lago desses misteriosos, que abraçam sereias e dragões. Sua figura é miscigenada, parecendo uma liga entre o ser índio e o mineiro. Com os cabelos sempre longos, que molduram seu rosto mítico, Marlui traz sempre uma aura enigmática…

Leia o texto completo de Badi Assad no site da Top Magazine.

Duo Assad

É chegada a hora. Vou falar deles, meus irmãos: Sérgio e Odair Assad, conhecidos também como ‘Duo Assad’ que completam, neste ano (2015), 50 anos de carreira!! Sabem o que isso quer dizer? Faz 50 anos que esses dois seres sentam-se um ao lado do outro para fazer e sonhar música juntos. Horas e horas a fio para aprender um repertório que foi seguido por praticamente todos os duos da face da terra, posteriores a eles. Já foram infinitas viagens para compartilharem suas singularidades com o mundo…. E o mundo os reconhece: Como um dos mais sensacionais duo de violões que já existiu até hoje. Uau!

duoassad

É como se uma magia os tivesse enfeitiçado, envoltos pelos cuidados e ensinamentos do pai Seu Jorge e pela amorosidade da mãe Angelina.

Certo dia Seu Jorge, bandolinista amador, se desentendeu com o amigo violonista e companheiro de seresta e ao retornar para casa deu de frente com o Sérgio que, aos 12 anos, pendurava-se na mãe para que ela cantasse aquela música que ele aprendera os acordes. Seu Jorge perguntou: Você quer aprender a tocar isto? Com a resposta positiva, sentou o menino no sofá da sala. No mesmo instante o irmão mais novo Odair, com 8 anos, remendou: Eu também quero! E assim começou a incrível, contagiante e próspera história desses dois talentosos irmãos.

Apenas 1 ano tinha passado quando o repertório de chorinhos do pai já estava na ponta dos dedos e eles já tinham virado a coqueluche da cidade interiorana, Ribeirão Preto.

Pouco tempo depois descobriram que haveria uma competição de violões na capital. Seu Jorge colocou os dois no carro e seguiram viagem. Resultado, por Seu Jorge não querer que eles competissem entre si devido à serem da mesma faixa etária, e sem tempo a perder, ele os colocou em categorias diferentes e assim conquistaram, separadamente, 2 primeiros lugares: Odair em música erudita e Sérgio na popular. Foi ali quando Seu Jorge ouviu da boca do Rei do Choro Jacob do Bandolim: ‘Se eu tivesse dois filhos assim não falaria com mais ninguém’… Hahaha! Mas Seu Jorge não tomou o orgulho por esta viés e foi quando colocou os dois novamente no carro para uma estrada mais longa: A que os levariam à sala da discípula do papa do violão do século passado Andrés Segóvia. Destino: Casa de Monina Távora, Rio de Janeiro…

Leia o texto completo de Badi Assad no site da Top Magazine.

Não percam a tour de comemoração dos 50 anos de carreiras deles!

duoassad-50anos

Para saber mais:
www.assadbrothers.com

#BadiAssad

Mulheres na música: conheça 15 instrumentistas brasileiras

Criado em 07/03/15 18h36 e atualizado em 09/03/15 10h49
Por Luanda Lima Edição:Ana Elisa Santana e Anderson Falcão Fonte: Portal EBC

Quantas vozes femininas marcaram e seguem marcando a música brasileira? Muitos nomes podem vir à memória de imediato. No entanto, ao se perguntar sobre as instrumentistas do país, será que as conhecemos o suficiente? No fim do século XIX, Chiquinha Gonzaga foi uma das artistas que desafiaram um ambiente musical que não apenas excluía mulheres, como olhava com preconceito para aquelas que ousavam se dedicar à música.

Prevaleceu o talento e a coragem de Chiquinha, que além pianista, se tornou a primeira maestrina brasileira. Desde então, mulheres vêm conquistando espaço crescente no cenário musical brasileiro, ainda predominantemente masculino. Na semana em que se celebra o Dia da Mulher – comemorado neste domingo (8) -, o Portal EBC reuniu um time de peso, que tem algumas das nossas mais importantes instrumentistas. Você também pode contribuir com nossa lista indicando mulheres que, com seus instrumentos, enriquecem a música do Brasil.

BADI ASSAD
ba-ebc

Mariângela Assad Simão nasceu em 1966 e é paulista de São João da Boa Vista, mas cresceu no Rio de Janeiro. Começou a estudar música estimulada pelo pai, o bandolinista Jorge Assad. Sua formação foi iniciada pelo piano, seguido pelo violão, instrumento pelo qual se tornou conhecida. Aos 15 anos, já conquistou o primeiro prêmio: foi considerada, ao lado de Fábio Zanon, a melhor violonista no Concurso Jovens Instrumentistas, no Rio de Janeiro. Aos 19, recebeu o título de melhor violonista brasileira no Concurso Internacional Villa-Lobos. Apresentou-se ao lado de músicos como George Benson, Bob McFerrin e Hermeto Pascoal, ganhando prestígio internacional com sua versatilidade.

Fonte: Paratodos/TV Brasil

Veja o vídeo da entrevista com Badi Assad e leia o artigo completo no site da EBC.