VejoVocêAqui_BadiAssad
Badi Assad lança videoclipe de Vejo Você Aqui

Cantora registra em Paraty o video da música composta em parceria com Zélia Duncan

A tranquilidade da cidade de Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, foi o cenário escolhido para o registro audiovisual da música “Vejo Você Aqui”, composição de Badi Assad com Zélia Duncan. Intimista, a balada fala de sentimentos como solidão e amor, é uma das faixas autorais registrada em Singular, último disco da Badi.

Singular é 14º álbum da cantora e violonista (lançado com o nome Hatched nos EUA e Europa), onde a artista mais uma vez se reinventa, atribuindo roupagem brasileira à músicas do pop alternativo internacional, em releituras inusitadas. O repertório é em inglês e português, com músicas autorais e de Alt-J, Mumford & Sons, Hozier, Lorde e Skrillex. Nas composições autorais, ‘Entrelaçar’, ‘Spirit Dog’ ao lado de seu irmão Sérgio Assad e do norte-americano Daved Levitan, e em parceria com Zélia Duncan, ‘Vejo Você Aqui’.

“Esta música é uma parceria que tenho com a querida Zélia Duncan. Uma canção que expressa o sentimento de aguardar o ser amado como um tesouro, em postura de serena solitude. Há um pouco de nostalgia, mas há também plenitude. O ser amado que está fora, já mergulhou mar adentro”, conta Badi.

A filmagem foi feita na cidade histórica nesta atmosfera de solidão contemplativa.

ASSISTA “Vejo Você Aqui” > https://www.youtube.com/watch?v=xlWZfbuUrMA

Ficha Técnica
Música: Vejo Você Aqui
Disco: Singular (2016)
Composição de Badi Assad e Zélia Duncan
Direção e imagens: Bruce Carosini
Produção: AfricaMakiya Produções
Assistência de produção: BenzaDeus Produtora e Vanessa Soares
Realização: AfricaMakiya, Alvo Video All & Zanzar Filmes
Apoio: Ras Haitrm e Paraty Central Hostel

Vejo Você Aqui
(Badi Assad / Zélia Duncan)

Pele, pérola
Flores, pétalas
Vinhos, velas
Algo em mim te espera

Silêncio, sílaba
Palavras, mímica
Solidão cíclica
Algo em mim te avista

Âncoras, cânforas, rosas
Tudo vibrando por você
Dentro da casa azulada
No fim da rua comprida, cacheada
Longas notas, músicas novas
Portas e mais portas
Caminhos sem fim
Passeiam por mim
As coisas falam por si
Vejo você aqui.

Badi convida Liniker

Badi&Liniker

Nesta sexta-feira (28 de Abril), Badi Assad convida a cantora Liniker para um show especial comemorativo aos 25 anos de música no Teatro do Sesc Vila Mariana.

Além de Badi no violão e voz, o baixista Rui Barossi e o baterista Décio 7 acompanham. No repertório, um apanhado da bagagem musical destes anos de carreira e músicas de Liniker e os Caramelows.

Badi Assad com participação de Liniker - #Badi25anos
Dia 28 de abril (sexta-feira), 21h

Ingressos online ou nas unidades Sesc: https://www.sescsp.org.br/…/119595_BADI+ASSAD+COM+PARTICIPA…

"Em seu último disco 'Singular' (Hatched nos EUA e Europa), Badi selecionou músicas de jovens artistas da cena alternativa internacional contemporânea (Alt-J, Mumford & Sons, Hozier, Lorde e Skrillex). Escolhidos pela profundidade de sua música e o importante engajamento que provocam. Agora, Badi deseja replicar este mesmo pensamento para a cena brasileira e para sua próxima imersão em estúdio (para 2018). O show com a participação de Liniker abre esta nova etapa".

Foto de João Markun
Make e cabelo: Leticia de Carvalho
Assistente: Luis Cambuzano
Figurino: Ana Paula Felipe
Espaço: Flow/Artsy Club/Hair Colab

Badi e o Forró dos Coroné, no Bambu Brasil, Vila Madalena (SP)

Dia 26 Junho: Forró dos Coroné e Badi Assad!!!

Gabriel Levy, Carlinhos Antunes e eu!
Num passeio pela música regional do Brasil.

VENHAM!!!

No Forró do Bambu,

A mais nova tradição da cidade!

Após marcar a noite paulistana com concorridíssimas noitadas brasileiras,
o Bambu Brasil Bar, no coração da Vila Madalena,
reabre suas portas para o melhor da música dançante nacional.
Para isso trará um time estrelado de grandes artistas da música brasileira.

Todos os Domingos, 19hs! (A casa abre às 18hs)

Show começa às 19hs!!
Preço de entrada: R$20.

No Bambu Brasil Bar, Rua Purpurina 272
Vila Madalena – São Paulo – SP.

Faça sua reserva para não ficar de fora!

Telefone: (11)3031-2331 e +5511 985938777(+whatsapp)
Email: marcofilizola@gmail.com
Site da casa: http://www.bambubrasilbar.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/events/1640700282922922/

Curadoria e Produção: Geórgia Gugliotta (geogtta@yahoo.com)
Artes Gráficas: Fábio Yllen (fabioyllen@gmail.com)Badi_Assad

Gal Costa por Badi Assad

Mariah Costa Pena predestinou que sua filha seria musical. Quando o rebento ainda pulsava em seu ventre, ouvia música clássica ritualisticamente. A intenção era a de influenciar sua gestação e ver se essa magia pudesse acontecer… E aconteceu….. Maria da Graça nasceu.

Coincidentemente (ou não) sua filha, ainda menina, ficou amiga das irmãs Sandra e Dedé, que se tornariam esposas de? Gilberto Gil e Caetano Veloso. Pronto, o destino estava encaminhado.

No início da adolescência Maria foi seduzida por uma voz que contracantava as corpulentas que ouvia na rádio. João Gilberto chegava manso e intimista.

Aos 15 anos Maria da Graça cantava e se acompanhava ao violão pelas festas de Salvador, com a voz suavizada por João. Foi assim que ao lado dos novos amigos Gil, Caetano e Maria Bethânia, os futuros ‘Doces Bárbaros’, começou a visitar os palcos, lugar onde faria história.

Não muito tempo depois, essa voz Libriana (26/Set) estaria provando o primeiro de muitos equilíbrios de sua ‘Balança’: Aquela mulher de voz mansa se transformaria em leoa.

Com o Tropicalismo marcando época, nossa representante da Contracultura (movimento surgido nos Estados Unidos na década de 60, contestando o caráter social e cultural da época) tinha desabrochado. Já como Gal Costa, aquela nova mulher interpretava o que era ‘Divino e Maravilhoso’; Cantava e se comportava extrovertida e irreverentemente; Infiltrava na veia Brasileira uma nova corrente, musical e comportamental…

Leia o texto completo de Badi Assad no site da Top Magazine.

Zizi Possi por Badi Assad

Eu ainda era menina quando ouvi sua voz pela primeira vez. Isso pois ouvia Chico Buarque.. Eu já sabia das coisas….

Entrava então aquele cristal lapidado, brilhante, rasgando o ar e me fazendo entender uma dor inimaginável para uma criança com menos de dez anos de idade. ‘Pedaço de mim’ falava de uma fisgada em um membro perdido do corpo, falava do revés de um parto, de arrumar o quarto de um filho que já morreu. Ufa… Mas eu entendia, porque o sentimento colocado naquela voz, enquanto cantava, me infiltrava e eu chorava.

Zizi Possi nasceu no bairro do Brás, reduto da colônia italiana em São Paulo. Ela, de origem napolitana, foi muito ligada à música erudita quando criança, estudando canto e piano. Quando tinha 17 anos se mudou com o irmão, o incrível diretor teatral José Possi Neto, para a Bahia. Em Salvador estudou composição e regência na UFBA. Porém descobriu que não era neste curso que suas ambições artísticas reinavam o coração. Se inscreveu no curso de teatro. Pouco tempo depois o irmão fez as malas, quando recebera bolsa de trabalho para morar em Nova York. Zizi foi levá-lo ao aeroporto, despediu-se em lágrimas e disse: “Quando vi o avião sumindo no ar, entendi que minha vida estava, a partir daquele momento, por minha conta. Me deu uma solidão… Foi quando percebi que a Bahia já não fazia mais sentido para mim”.

Que bom que ela fez aquele curso de teatro, pois acredito ter sido fundamental para incorporar nela matéria-prima consciente e densa sobre interpretação. Zizi é, sem sombra de dúvidas, uma das melhores cantoras-intérpretes de toda a história da MPB… E a despedida do irmão com certeza lhe rendeu algum estofo para gravar ‘Pedaço de mim’…

Leia o texto completo de Badi Assad no site da Top Magazine.

Marlui Miranda por Badi Assad

A primeira vez que vi Marlui Miranda subir ao palco foi uma mistura de magia com nobreza e um pouco mais… Ela não estava sozinha, havia sua banda e o incrível grupo coral ‘O Beijo’, liderado por Tiago Pinheiro.

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De antemão vale contar um pouco sobre eles: ‘O Beijo’ foi criado em 1987, no Coralusp e virou referência no universo vocal paulistano. Seus arranjos eram criativos, inovadores, divertidos, ora leves ora densos… Servindo-se perfeitos para a elasticidade emocional necessária para que ‘Ihu – Todos os Sons’ (CD de Marlui) subisse ao palco com investida comovência.

Marlui Miranda nasceu em Fortaleza. Sua mãe não estudara música mas tinha ouvidos harmoniosos, pois foi ela quem afinou o primeiro violão que entrou em sua casa, pelas mãos da pequena sonhadora Marlui, antes mesmo de completar seus 5 anos. Logo em seguida foram todos na bagagem do pai engenheiro, se aventurar pelas terras cariocas. Mas a trilha os levou para outro lugar: Brasília começava a se formar e foi para lá que foram e a pequena Marlui se enveredou. Apesar de nunca ter deixado a música de lado, foi estudar arquitetura. Porém aquele violão virou companheiro e através dele se apaixonou pela música instrumental e composição. Sua voz ainda era tímida, mas mesmo assim ganhou o 1º lugar como intérprete e compositora no Festival Estudantil da Universidade de Brasília.

Não teve jeito, com a música seu coração batia mais forte. Saiu da arquitetura e foi arquitetar outros planos, obviamente que envolviam música. Já no Rio de Janeiro conheceu Egberto Gismonti e foi com ele que, alguns anos mais tarde, viajou pelo país com seu grupo Academia de Danças. Lá Marlui tocava violão (que estudou com mestres como Turíbio Santos e Jodacil Damasceno), cavaquinho, percussão e cantava.

Sua voz é grave, profunda, larga. Como se fosse um lago desses misteriosos, que abraçam sereias e dragões. Sua figura é miscigenada, parecendo uma liga entre o ser índio e o mineiro. Com os cabelos sempre longos, que molduram seu rosto mítico, Marlui traz sempre uma aura enigmática…

Leia o texto completo de Badi Assad no site da Top Magazine.