Turnê Europa

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Oi,

Tanta coisa acontecendo! Já escrevo da Europa onde ficarei até dia 28 de março, com apresentações na Holanda, Portugal, Polônia, República Checa, Sérvia, Espanha, Suécia e Dinamarca.

Confira a lista completa das datas aqui

Se você estiver por lá ou se tiver amigos por lá… Apareça! Gostaria muito de revê-lo e compartilhar novas experiências musicais juntos… Ou… Conhecer novos amigos!

O lançamento do cd “Amor e Outras Manias Crônicas’ está previsto para o final de março na Europa, com o título ‘Love and Other Manias’. Avisarei.

Enquanto isso, sigo conferingo os finalmentes da arte gráfica do cd infantil BADI ASSAD em Cantos de Casa. Em breve darei notícias também!

Beijares europeus
Badi

NY

Com meu empresário americano e dois novos amigos, incluindo o vencedor por duas vezes do Grammy e ícone da música folk americana Ramblin' Jack Elliott ao meu lado.

Com meu empresário americano e dois novos amigos, incluindo o vencedor por duas vezes do Grammy e ícone da música folk americana Ramblin’ Jack Elliott ao meu lado.

Queridos,

Voltei pra casa… Tanto aconteceu…
Minha passagem pelos Estados Unidos foi meteórica. Deixei marcas, positivas. Me apresentei no Merkin Hall, sai no NYTimes, toquei ao vivo os 72 minutos do filme mudo ‘The Goddess’ em NY (aplaudida de pé!), ensaiei e gravei com o incrível bluseiro Roy Rogers, conheci pessoas maravilhosas… Quer mais? Tem, mas esses foram os picos de alegria :)

Escrevo para compartilhar alguns desses momentos. Ah! essas matérias são parte dos resultados da campanha que fiz no Indiegogo. OBRIGADA contribuintes! :)

NYTimes

TV NY1 (Em Espanhol)

TV NY1 (Em Ingles- Ao lado da americana kaki king)

Radio WNYC

Radio WBGO

Beijo carinhoso
Até
Badi Assad

New York Times

Several Chefs Cooking a Latin Recipe, Blending Melodies and Genres
Badi Assad Is a Headliner at New York Guitar Festival

Folk, pop and classical music meet in unlikely places in South America. That was one recurring motif, along with nimble fingers, attention to detail and a sense of humor, in Monday night’s concert at Merkin Concert Hall. It was the evening half of the New York Guitar Festival’s free pair of concerts, “Guitar Marathon: Las Americas,” which was recorded for WNYC’s Soundcheck. The afternoon show had featured North American music, down through Mexico. The evening concert was a quintuple bill largely chosen by its headliner, the Brazilian guitarist Badi Assad, with musicians from Brazil, Uruguay and Peru and a repertoire that also embraced Argentina and Venezuela.

Ms. Assad was the least classifiable musician in the lineup. Years ago, she started making albums as a classical guitarist like her brothers, the duo Sérgio and Odair Assad, but recently she has featured her singing. On Monday, she arrived with a headset microphone and an electric guitar (which could simulate acoustic-guitar tones) that had a drumstick under the strings, lifting them away from the frets. The first sounds she played, in “The Being Between,” were sliding pitches suggesting a koto; soon she was plucking and tapping ethereal chords on both sides of the drumstick and then cooing, in a voice like affectionate baby talk, about innocence and mysticism: “The human’s journey/A cactus flower in a father’s hand.”

She continued with Brazilian pop songs transformed by her imaginative virtuosity, moving from gauzy delicacy to vigorous propulsion, from dreaming to dancing and back. One song summed up the concert. Ms. Assad had discovered that the chords of a Brazilian standard about a caged songbird, Luiz Gonzaga’s “Assum Preto,” matched the harmonies of “Estudio No. 1,” by Heitor Villa-Lobos, with its cascading arpeggios. So she merged them, singing mournfully and then mimicking birdcalls.

Romero Lubambo, a Brazilian guitarist based in the United States, brought classical-guitar meticulousness to his jazzy solo improvisations; he was also the concert’s most puckish presence. He made tunes materialize out of quick-changing chords, and his samba and bossa nova rhythms could ease their way from subliminal pulse to the center of attention. He toyed with buzzing textures and insistent dissonances in a brisk version of “Aquarela do Brasil,” and in his “P’ro Flavio,” a whirlwind of dissonance and pointillistic picking coalesced into yet another upbeat melody.

Jorge Caballero, a masterly classical guitarist born in Peru, chose the concert’s prickliest piece: the Argentine composer Alberto Ginastera’s Sonata (Op. 47), which splinters Argentine folk elements into stark modernist declamations on the way to a final movement that picks up the momentum of a folk dance. With his meticulous balance and chameleonic timbres, he also played more ingratiating reflections on local heritage: the Venezuelan composer Antonio Lauro’s “Suite Venezolano” and two Chopinesque waltzes by the Paraguayan composer Agustin Barrios.

The concert also included two guitar duos. The Brasil Guitar Duo — João Luiz Rezende Lopes and Douglas Lora — concentrated, naturally, on Brazil. Their intricately shared arrangements sooner or later found their way toward warm melodies and pinpoint dance rhythms, particularly in a medley of Egberto Gismonti pieces. Duo Siquiera Lima — Cecilia Siquiera, from Uruguay, and Fernando de Lima, from Brazil — were more geographically diverse in pieces as finely detailed as a Fabergé egg. Hugo Fattoruso’s “Candombé,” drawing on Afro-Uruguayan rhythms, gathered as much percussive momentum from their plucked chords as from their tapping on their guitars.

As their set ended, Mr. Lubambo — claiming they were too much competition — confiscated Mr. de Lima’s guitar, and they finished the set playing the speedy “Tico Tico” on one guitar, four hands.

The New York Guitar Festival continues through Jan. 30 at varied locations, with Badi Assad appearing on Thursday at Merkin Concert Hall as part of the Silent Films/Live Guitars series; newyorkguitarfestival.org.

via NYTimes

Badi em Salvador

Badi na Sala do Coro - Foto por Aline Valadares

Badi na Sala do Coro – Foto por Aline Valadares

Show intimista marca passagem de Badi Assad por Salvador

Um show em formato pocket, um palco pequeno, uma mulher, sua voz, seu corpo e seu violão. Pode parecer simplista e insuficiente para a maior parte dos artistas do mundo, mas para Badi Assad é o suficiente para apresentar um verdadeiro espetáculo. E foi assim o seu show no último sábado, 07/12, na Sala do Coro do TCA, encerrando a turnê do seu disco “Amor e Outras Manias Crônicas”, o primeiro completamente autoral de seus mais de vinte anos de carreira.

Provavelmente por questões econômicas, Badi Assad veio para Salvador sozinha, sem banda, cantar as canções do seu novo álbum, que são todas gravadas com uma banda e com tudo mais a que tem direito. Mas certamente este detalhe da solidão no palco tenha tornado o seu show ainda mais especial.

Com um domínio incrível sobre a força de sua voz, Badi passeia pelo palco com altivez e leveza, sempre agarrada ao seu violão, que muitas vezes trata como um parceiro de dança. Conhecida por sua habilidade em transformar seu próprio corpo em instrumento percussivo, a moça surpreendeu na plateia aqueles que nunca tiveram chance de conhecer sua obra.

Algumas estratégias foram usadas pela direção do show para conduzir de forma tão consistente o show de Badi Assadi em formato tão compacto. Em primeiro lugar, o talento que a artista tem para atrair os olhares do público, seja pela sua figura tão confortavelmente sentada em um banquinho alto, seja pela forma tão natural com que faz brotar um universo de sons do seu violão, ou ainda pela habilidade de contar histórias sobre as suas canções antes de executá-las, envolvendo ainda mais o público. Badi é aquele caso raro em que detectamos um artista que se apresenta com todo o corpo, ainda que esteja parada e sentada. O modo como o movimento de suas pernas acompanhava os desenlaces dos acordes esbanjava personalidade e autonomia criativa, bem como o modo suave com o qual desfila de um lado para outro do palco, e terminava sentada no chão, sempre leve, sempre doce.

Ao fundo, projeções de imagens em P&B, que completavam a composição de luz do palco, ao lado de um cenário simples, com faixas de tecido branco por entre as quais ela deslizava uma ou outra vez. Apaixonada pela filha, Sofia, que estava presente no show, Badi fez questão de falar inúmeras vezes sobre como a maternidade mudou sua forma de compor, criando um clima de intimidade com a plateia, que o recebeu bem. Desenhos que Sofia fez no celular da mãe também fizeram parte das projeções do show, enquanto ela cantava um par de músicas que farão parte do seu projeto “Badi para menores”, como chamou informalmente.

O improviso, outra das suas características mais marcantes, permeou toda a apresentação, que foi encerrada com um número inspirado no nome de sua filha, convertendo-se em cerca de três minutos de incríveis sons produzidos com a boca e as mãos pelo corpo. Contemplada com tantos e tantos prêmios de diversas naturezas ao redor do mundo, Badi Assad mostrou, em um show de cerca de uma hora e meia, o que a faz ser uma das maiores artistas brasileiras vivas, e como consegue se reinventar depois de vinte anos com um trabalho fresquinho completamente autoral.

A boa notícia é que a moça está sempre pelas bandas da Bahia. Em 2011 esteve em turnê com o espetáculo de dança “A quem possa interessar”, do Balé do Teatro Castro Alves, e revelou que essa parceria continua. Que bons ventos a tragam de volta muito em breve!

via: Ana Camila – Cabine Cultural

Badi fará dobradinha em Nova York em janeiro

nygf-logo



Confira:

1. Badi é co-curadora e também se apresentará na ‘Guitar Marathon‘ de 2014, em NY

20 de janeiro de 2014 das 7-10 PM
Las Américas, parte II : América do Sul

… Para a segunda parte da Maratona , Badi Assad criou uma noite de ritmos e melodias da América do Sul. O ‘Duo Brasil’ que já foi premiado várias vezes, vai abrir a noite com peças de Villa-Lobos, Piazzolla, Gismonti e outros. O mestre Romero Lubambo trará seus fogos de artifício técnicos a um conjunto de peças populares de Jobim, Garoto e outros. Jorge Caballero voltará ao palco para apresentar algumas das composições mais importantes da América do Sul para violão, incluindo obras de Barrios, Antonio Lauro e a Sonata seminal de Ginastera. Fazendo sua estréia em NY, o incrível ‘Duo Siqueira / Lima’ vai apresentar duetos inflamados de compositores brasileiros, argentinos e equatorianos. O grand finale da Maratona será a inimitável Badi Assad, que traz sua sensibilidade feminina para sua deslumbrante fusão entre pop, jazz e música brasileira.

2. 23 de janeiro de 2014 às 19:30
Silent Films / Ao Vivo Violões Series
2014 New York Guitarra do Festival
Badi Assad / Kaki King

Merkin Concert Hall
129 W. Rua 67
New York, NY 10023
(entre a Broadway e Amsterdam)
(212) 501-3330

Mapa | Ingressos | Informações | Facebook

USA Songwriting Competition

Olá geral… hahaha! Acabei de descobrir que estou entre os finalistas de um concurso internacional de música – o USA Songwriting Competition’ – com a minha ‘Pega no Coco’! Se você quiser contribuir, tem um voto popular! E é super fácil de participar. Mas acaba dia 22 agora! Então, por favor:

1. Visite a página do Festival e curta:
http://tinyurl.com/n7vf2ac

2. Clique em ‘Vote Best Song’

3. Procure mais abaixo a categoria WORLD e vote em

BADI ASSAD ‘PEGA NO COCO’. Facinho :)
Eba!
Bjs

Show no Ibirapuera

Oi,

O show do Ibirapuera foi lindo! A iluminação do Silvestre Jr… maravilhosa!
O cenário de Carlos Verna… belo! A produção de Dani Godoy… impecável e a sonorização de Dimitri Vakros…. genial!

Felicidade: Viver cercada de amigos (competentes) por todos os lados. Não seria eu uma ilha?

Ah! Sem contar com a participação de Fernandinho Beatbox que foi um arraso!!!!

O Gilberto Caiano tirou esta foto e compartilhou no www.facebook.com/badiassadbr

O Gilberto Caiano tirou esta foto e compartilhou no www.facebook.com/badiassadbr

Agora estou com a agenda livre para me concentrar no projeto infantil.
Envio aqui uma palhinha de alguns instrumentos, de Jamil Giúdice, que usaremos na gravação do cd, assim como no espetáculo (que terá a direção de Angelo Brandini, do Doutores da Alegria).

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Muito feliz por estar aqui.
Beijos
Badi